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  • Um dos maestros mais eminentes e profundos da sua geração, Tito Ceccherini destaca-se pela lucidez e pela versatilidade com que aborda o repertório. Intérprete aclamado do repertório moderno, dedicou-se às obras clássicas do século XX: de Bartók, Debussy e Ravel a Schoenberg, Webern e Ligeti. O seu trabalho no domínio da ópera revela também uma inclinação para o início do século passado, um conhecimento profundo do melodrama italiano e uma atenção especial ao belcanto, provando a sua capacidade de conciliar propriedades estilísticas e uma sensibilidade moderna. É também reconhecido pelas interpretações de óperas de Mozart e pelas estreias de novas obras.

    Tito Ceccherini dirige frequentemente grandes orquestras como as Filarmónicas da Rádio França, da Rádio Holandesa e do Scala de Milão, a Sinfónica da BBC e a Philharmonia de Londres, as Sinfónicas HR de Frankfurt, WDR de Colónia e SWR de Estugarda, a Deutsche Radio Philharmonie, a Filarmónica de Tóquio, a Sinfónica Nacional da RAI, a Orquestra do Maggio Musicale Fiorentino, a Orquestra do Teatro La Fenice em Veneza, a Orquestra de Milão Giuseppe Verdi, a OSI em Lugano e agrupamentos prestigiados como o Ensemble intercontemporain, o Klangforum Wien, o Ensemble Modern e o Contrechamps, entre muitos outros.

    Convidado frequente do Festival d’Automne em Paris, tem sido aclamado em teatros como a Opernhaus de Zurique (Ligeti: Le Grand Macabre), a Opéra National de Paris (Fénelon: La Cerisale), o Teatro Bolshoi (Puccini: Turandot), o Théâtre du Capitole de Toulouse (Bartók: O Castelo do Barba Azul; Dallapiccola: Il Prigioniero; Berlioz: Béatrice et Bénédict; Mozart: O Rapto do Serralho), a Ópera de Frankfurt (Stravinski: Rake’s Progress; Janáček: Da Casa dos Mortos; Bellini: I Puritani), a Philharmonie de Paris (Haydn: Il Mondo della Luna), o Grand Théâtre de Genève, o Teatro La Fenice em Veneza (Krenek: Cefalo e Procri; Battistelli: Riccardo III), o Teatro San Carlo em Nápoles, o Teatro Colón em Buenos Aires, o Nationaltheater Mannheim (Donizetti: Maria Stuarda; De Majo: Alessandro), o Tiroler Festspiele em Erl (Mozart: A Flauta Mágica), a Ópera de Rennes (Donizetti: Don Pasquale) e em palcos prestigiantes como o Festival de Lucerna, o Suntory Hall em Tóquio, a Philharmonie de Berlim e o Teatro alla Scala.

    A discografia de Tito Ceccherini (Sony, Kairos, Col legno, Stradivarius, etc.) inclui gravações premiadas com o Choc de Monde de la Musique, o Diapason d’Or e os Midem Classical Awards.

     


    2021/22

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